História
do Festival Café Etílico de novas bandas do RJ
O Festival Café
Etílico foi concebido para mostrar ao grande público,
mídia e crítica o que esta acontecendo de mais novo no
cenário musical do Estado do Rio de Janeiro, abrindo um espaço
democrático em que somente a qualidade das bandas seja avaliada.
Em sua primeira versão,
em 2004, o Festival teve 36 bandas pré-inscritas. Dessas, 24
participaram do I Festival Café Etílico de Novas Bandas
do RJ.
O
evento aconteceu do dia 8 de setembro, primeira eliminatória,
até 19 de dezembro de 2004 quando foi realizada a grande final
que teve como vencedora a banda “Gravizero”, da cidade de
Resende.
A banda “Radiokaos”
foi a segunda colocada e a “Doggie Lok” ocupou o terceiro
lugar.
Participaram do I Festival
Café Etílico as seguintes bandas:
Anura, Aura Mazda, Azul
Vertical, Cabana do Pai Tomás, Doggie Lok, Efeito Virtual, Fonomaquia,
Gravizero, Hatschbach Blues, Kímica, Mandigueiros, Onda Livre,
Opinião Pública, Pero Loco, Pólen, Prizma, Radiokaos,
Radiophonia, Roquensoul, Só Nòise, Sociedade Anônima,
Versus, Zanata Blues Trio e Zero 21.
Dez bandas, entre as semifinalistas,
participaram do CD “ao vivo” comemorativo do evento: Aura
Mazda, Azul Vertical, Gravizero, Hatschbach Blues, Opinião Pública,
Pólen, Radiokaos, Radiophonia, Sociedade Anônima e Zanata
Blues Trio lançado pelo selo Café Etílico Produções
Artísticas, prensado pela Sony Music.
O CD do primeiro Festival
teve ampla divulgação pela Rádio Cidade.
A banda vencedora, “Gravizero”,
também gravou um CD master, exclusivo, com 10 títulos
autorais como prêmio principal do Festival.
As sessões de gravação
ocorreram após a grande final em shows que tiveram como objetivo
principal à gravação dos CD’s.
Agradecemos às
empresas que deram apoio a essa iniciativa: Rádio Cidade, Meteoro
Amplificadores e a Knob Áudio Profissional e Instrumentos Musicais.
Agradecemos também
ao corpo de jurados, músicos profissionais, produtores musicais
e técnicos de som que, em rodízio, deram a credibilidade
necessária aos resultados de todas as fases:
Armando Ribbe, Big Joe
Manfra, Big Gilson, Daniel Cunha, Fernando Castro, Geraldo Vieira, Gil
Eduardo, Ítaro Walker, Jefferson Gonçalves, Léo
César, Léo Guimarães, Luiz Alberto, Luiz Felippe,
Luiz Mattos, Márcio Chicralla, Márvio Fernandes, Maurício
Sahady, Pedro Augusto, Pedro Quental, Ricardo Magôo, Rodrigo Ferraz,
Ronaldo Backer, Rosalvo, Tony Cantisano e Tony Maia.
A versão seguinte,
II Festival Café Etílico de novas bandas do RJ aconteceu
em 2005.
Consolidando o sucesso
e credibilidade da versão inicial de 2004, o evento contou com
a pré-inscrição de 86 bandas de todo o nosso Estado.
Foram selecionadas, inscritas e participaram 57 bandas em 25 etapas.
O
II Festival Café Etílico teve início em 12 de junho
de 2005 e a grande final, vencida pela banda “Rota In Certa”
em 13 de novembro de 2005. Em segundo lugar foi classificada a banda
“Rocka Zero”, em terceiro ficou a “Kamapheu”.
A banda vencedora “Rota
In Certa” ganhou um CD master com seis músicas autorais,
gravadas ao vivo no Café Etílico em uma sessão
especial.
As seis bandas finalistas
acompanhadas por quatro convidadas dentre as semifinalistas gravaram
o CD comemorativo do evento.
A gravação
foi realizada no dia da Grande Final, o que possibilitou captar todo
espírito e emoção do momento.
Gravaram as seguintes
bandas: Rota In Certa, Rocka Zero, Kamapheu, Teto
Preto, Tatubala, Policarpo, Nizamba, 8 Graus, Oráculo e Hi-5
e o CD.
O encerramento da segunda
edição do Festival Café Etílico ficou a
cargo de uma banda formada por alguns dos nossos jurados, que além
da apresentação de um mini-show “cover”, gravou
ao vivo o Tema do Café Etílico com a participação
do grande público presente.
Participaram do II Festival
Café Etílico as seguintes bandas:
8 Graus, Abstratus, Agnus
Graal, Armada, Arte Pública, Beko, Cana, Capitania dos Povos,
Case, CH3, Coronel Mostarda, Damian, Elefante, Elemento Surpresa, Hi-5,
HSO, Jimmy Go, Kamapheu, Lagash, Linha 2, Lírio Branco, Madame
Blue, Menino Prodígio, Meros Estranhos, Monah, Monopólio,
Navaja, Nemesis, Nizamba, Oráculo, Os Iconoclastas, Policarpo,
Projeto Paralelo, Regra Zero, Réu Primário, Riffi, Rocka
Zero, Rosa dos Ventos, Rota In Certa, Scambau, Slowday, Starlla, Stygma,
Tabulares, Tatubala, Teto Preto, Toledos e Peixotos, Três Meia
Zero, Try, Tuttu Madre, Ultrasson, USINA, Variäntz, Vertigo, Via
77, Willy Molhado e X-Amp.
Nossos agradecimentos
ao Corpo de Jurados formado pelos seguintes músicos, produtores
e críticos musicais:
Arildo Bluesman, Bruno
Banda, Daniel Cunha, Edu Mello, Fernando Castro, Gabriela, Geraldo Vieira,
Guilherme Batera, Giana Araújo, Gil Eduardo, Jorge Reis, Kátia
Lancelotti, Leo César, Leo Guimarães, Luiz Alberto Cardoso,
Luiz Paulo Dolabella, Marcello Penedo, Marco Teixeira, Márvio
Fernandez, Nilton Francisco, Renato Nery, Ricardo Aguiar, Ricardo Magôo,
Ronaldo Bakker, Sérgio Rangel, Sérgio Vilarinho, Tianes
Carvalho, Tony Cantisano, Tony Maia e Wandyr Nogueira.
Agradecemos também
ao apoio prestado ao evento pelas empresas: Knob Áudio Profissional
e Instrumentos Musicais, Lugan Software e Rádio Cidade.
O
III Festival Café Etílico aconteceu de 12 de julho a 19
de novembro de 2006, quando foi realizada a Grande Final que teve como
vencedora a “Menino Prodígio”.
As demais finalistas foram
Johny *B (segundo lugar), U-Nacional (terceiro lugar), Beltranos (quarto
lugar), Laica (quinto lugar) e Kst’Ellos (sexto lugar).
Como no ano anterior,
todas as bandas e músicas da Grande Final foram gravadas ao vivo.
A “Menino Prodígio” teve uma sessão extra
em outra data para gravar seu CD “master”, que foi oferecido
como prêmio para a banda vencedora.
Ao todo participaram 60
bandas selecionadas entre 106 pré-inscritas, que foram:
103 S.A., 8 Graus, André
Violli & Nívea Lazzarus, Base J, Beltranos, Bengala de Quina,
Cabana do Pai Tomás, Carta Blanca, Chapéu de Sapo, Chevy,
Código 13, Contra-Capa, Control 6, D Side, De Fato, Duff, Ego,
Faróis Urbanos, Felipe Rangel & Banda, Impressão Digital,
Inércia, Intense, Johny*B, Kst’Ellos, Laica, Lanna Rodrigues,
Limite Zero, Livre!, Locomotiva, Maré Alta, Menino Prodígio,
Mescla, Metheorus, Montezuma, Nill, Nizamba, Nostravamus, Nubilongos,
Oráculo, Polaróides, Profusão Sonora, Projeto Paralelo,
Rádio’ativo, Roy TuFF, Shopskate, Sinapse, Slesh, SNA,
Sónòise, Strema Crase, Templo da 30, Tio Caju, TL4, U-Nacional,
Vórtice, Wagner José e seu Bando, Zero Bala, Zero dB,
Zero Km e Zona Vip.
A comissão julgadora
ficou a cargo de Bruno Banda (baixista e compositor),
Gil Eduardo (baterista), Guilherme (baterista e produtor musical), Luiz
Alberto (operador de áudio)., Luiz de Moraes (guitarrista e professor
de música), Luiz Felipe Moraes (professor de música e
guitarrista), Marco Teixeira (cantor), Márvio Fernandez (cantor
e guitarrista), Ricardo Magoo (tecladista e arranjador), Rodrigão
(guitarrista), Ronaldo Bakker (cantor, guitarrista e produtor musical),
Sérgio Rangel (tecladista e compositor), Tianes (cantor, guitarrista
e tecladista), Tony Cantisano (guitarrista, professor de música
e produtor musical), Tony Maia (cantor e guitarrista) e Wandyr Nogueira
(cantor e guitarrista).
Apoiaram o evento a EIMÚSICA,
LUGAN SOFTWARE e a GS Áudio.
Iniciamos agora a IV edição
do Festival Café Etílico esperando termos o mesmo sucesso
alcançado nas três edições anteriores, agora
com a introdução da fase seletiva com o objetivo de existir
um maior equilíbrio entre as bandas e grupos que forem para a
primeira fase eliminatória.
Luís
Fernando M. D. Pinto
Produtor Geral